
Dia de Feira
Choro de menino pobre, turvada lágrima de barro sertanejo que à cova do olho não sabe voltar. Não tem outra coisa além da breve vida. Que na confusão mental ouve e sente que o farto pregão da feira não abafa o ronco de sua miséria visceral.
Choro de menino pobre, turvada lágrima de barro sertanejo que à cova do olho não sabe voltar. Não tem outra coisa além da breve vida. Que na confusão mental ouve e sente que o farto pregão da feira não abafa o ronco de sua miséria visceral.
Um comentário:
Percebi que atualizaste o blog, ficou ótimo!!
Bjs!!
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